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A planície aluvial no bairro do Serrano abriga populações tradicionais, áreas rurais e cachoeiras. As aves comuns que vivem ou visitam este percurso relativamente plano, encantam crianças e adultos. Espécies de anus, andorinhas, garças, gaviões, canários, sabiás, coleirinhos, chopins e tucanos são os grupos mais visualizados neste traçado.

Fácil - 2 a 3 horas - 2,2km

Vale do Serrano

Espécie: Furnarius figulus (casaca-de-couro-da-lama)

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As áreas da Pedra do Baú são tão especiais que em 2009 foi criada a Unidade de Conservação, justamente pela beleza cênica e por abrigar espécies raras e endêmicas do bioma Mata Atlântica. O esforço físico para alcançar a Pedra do Bauzinho é relativamente leve e seu topo expõe a imensidão da Serra da Mantiqueira. Normalmente é possível observar aves como surucuás, piolhinhos, borboletinhas, sanhaços, saíras e até o ameaçado de extinção caneleirinho-de-chapéu-preto.

Fácil - 5 a 6 horas - 4,2km

Bauzinho

Espécie:  Piprites pileata (caneleirinho-de-chapéu-preto)

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Para quem deseja uma caminhada longa, por vales e montanhas, onde as propriedades rurais surgem entre as florestas e plantações, com a vista magnífica para a Pedra do Baú. Tudo isso em harmonia com a natureza exuberante deste percurso. Aves como jacu, japu, maria-faceira, graúna, saíras, sabiás e saracuras são grupos que normalmente observamos neste circuito.

Moderado - 5 a 6 horas - 7,7km

Bairro do Baú

Espécie: Syrigma sibilatrix (maria-faceira)

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A divisa entre os estados de São Paulo e Minas Gerais é demarcada pela Serra da Balança. Os 3,5km de subida íngreme são percorridos em ritmo lento, com o intuito de conhecer as aves que habitam essa área especial. Tecelão, falcões, periquitos e marias-pretas são grupos facilmente avistados durante a caminhada realizada por estradas de terra e trilha florestal.

Difícil - 6 a 7 horas

Serra da Balança

Espécie: Knipolegus nigerrimus (maria-preta-de-garganta-vermelha)

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Opção destinada aos observadores de aves que preferem seguir até pontos estratégicos para registrar ou observar determinadas espécies. Essa modalidade é privativa para o máximo de 2 participantes, que podem optar por “passarinhar” por meio período (manhã ou tarde) ou o dia inteiro. Lembre-se de levar seu equipamento fotográfico, água, protetor solar e usar roupas discretas para evitar afugentar a fauna. Os binóculos, perneiras e playback são oferecidos durante atividade pelo Projeto Rota das Araucárias e deverão ser entregues a pesquisadora ao final da atividade. 

Acompanhamento Privativo - 4 ou 8 horas

Caçada Fotográfica

Espécie: Lepidocolaptes angustirostris (arapaçu-de-cerrado)

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